5 de setembro de 2012

Feiras e uma Bienal do Livro

Foram dois eventos que me trouxeram  fé na veia crafter e, quisá, empreendedora: a já mencionada Mega Artesanal (em junho) e a mais recente, CraftDesign, voltada para lojistas. Como boa cara de pau que sou, consegui uma credencial mesmo não tendo CNPJ (por enquanto, óh meu Pai...). Cara, eu pirei no home decór! Bem ali no Centro de Convenções Frei Caneca (dentro do Shopping), super organizado, e com direito à sacolinha com brinde e um livrinho com todos os expositores. Amei tudo, foi ótimo conversar com as pessoas, e ainda saborear um capuccino sentada numa poltrona-luminária (!!) maravilhosa. E na volta, subindo até a Av. Paulista, uma passada no Conjunto Nacional, no meu point favorito: Livraria Cultura.
Um fim de semana antes: Bienal do Livro. Loucura, loucura ensandecida, total madness. Fila pra tudo: fila para o ônibus gratuito (saindo da estação Tietê), fila para comprar ingresso, fila para entrar, fila para o banheiro, fila para o stand da Comix, fila pra... Hein? A COMIX!!! Para tudo! Fui logo entrando esperando minha vez. Je-sus, tinha as edições especiais de Sandman encadernadas, Lúcifer e As Fúrias (que eu havia comprado alguns anos atrás, em edições avulsas, e a coleção estava incompleta). Essas duas últimas HQs são escritas por outros autores, usando personagens criados por Neil Gaiman. Gente, desculpe, esqueci de dizer que eu sou fã da obra de Neil Gaiman, um cara que consegue trilhar por ficção, histórias em quadrinhos, roteiros de seriados de TV (X-files e Dr. Who), romance e literatura infantil (que se rotulado como infantil, apenas, é muito injusto). Bom, passando o momento tietagem na Comix, enfrentei um mar de pessoas, num calor de 30 graus, até a Editora Senac, onde os livros estavam com 30% de deconto. Vi de longe o Panelinha da Rita Lobo e já agarrei o meu exemplar. Também sou fã do trabalho dela desde os tempos da Revista da Folha, adoro o jeito como ela fala, sem frescuras e jargões gourmet, ao mesmo tempo em que se percebe como ela gosta de cozinhar e de contar suas histórias pelo mundo. É um livro diferente, não só com as receitas mas com dicas e ajudas muito legais (como o que comprar no supermercado, o que não pode faltar na geladeira, na despensa e os utensílios básicos da cozinha, entre outras dicas).
E, para terminar, e não fugir do tema crafter, segue uma das badejas que comprei na Mega, na minha primeira pintura cowntry autodidata (ou "faça na marra, se vira") e primeira caixa de MDF forrada (com tecidinho de matrioska, direto do acervo). Bons trabalhos, passeiem mais que idéias é que não faltam por aí e viva Sampa (ou viva a cidade que você vive e curte :P)!





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